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Bitaites e instigações

Estratégias para a Investigação em Portugal e Praxes

Janeiro foi um mês realmente importante para as academias portuguesas. Não, não falo de praxes e do seu ruído. Falo da falência da investigação e da ausência de estratégia política que o governo apresenta.

Já chega de falar de praxes. Tem-se confundido praxe com estupidez e crimes. Read more “Estratégias para a Investigação em Portugal e Praxes”

Bitaites e instigações

Dura Praxis, Sed Praxis

Este é um lema, mas convenhamos que esta nem sempre foi dura, e nem sempre é praxe.

Fui praxado na Universidade do Minho, num dos cursos com maior fama na “dureza da praxe”. Estou vivo, andei algumas semanas roto fisicamente e por vezes psicologicamente e faltei imensas vezes. Faltei porque era livre de o fazer, ninguém me comeu, acabei por levar um “castigo” maior no meu baptismo, mas compensou largamente os dias em que não tive de fazer viagens, ou aturar malucos a gritar.

Ser praxado é importante para conhecer pessoas. A universidade é um mundo em que o nosso número nos dá identidade.
A praxe serve para cuidar da forma física e introdução a um novo mundo, realmente duro. Todavia, a meu ver, esta deixa de ser praxe quando o único proposito é humilhar, ou simplesmente alimentar o ego do “burro” que tem 10 matriculas e tem de se sentir realizado de alguma forma.

Fui praxado e também praxei, mas de uma forma que me parecia útil para o caloiro e para mim.

Tem-se falado muito nestes últimos dias sobre “regular a praxe”. Eu fico a pensar e deixo a sugestão : e que tal educar as pessoas? Não se pode privar as pessoas de boa educação (tanto em casa, como na escola) e esperar que como por magia elas se tornem idonias.

Com o passar dos anos, tem-se notado uma clara crise de valores. A praxe contém cada vez mais palavrões e tem-se tornado “badalhoca”. Isto é, a sexualidade, as descriminações sexuais e de género estão cada vez mais patentes e são reflexo de gerações mais rudimentares. Estaremos a caminhar para o nível social da Arabia Saudita? Se for esse o caso chama-se já o Vitor Pereira para Ministro da Educação e metade dos problemas ficam já resolvidos.